Brasil 2016 “Projeções negativas e positivas, ficamos com a positiva”. Até porque economistas erram!

The Economist tradicional revista inglesa, resolveu estampar na capa de sua primeira edição de 2016 a seguinte manchete: Queda do Brasil.

Como taróloga, cartomante, numeróloga, astróloga e vidente a prestigiada revista inglesa faz previsões catastróficas para o país. Previsões de fatos já ocorridos!

A revista alerta no decorrer da reportagem que o Brasil terá um “ano desastroso” à frente por conta de um desastre político e econômico em andamento no país.

O texto afirma de forma peremptória que a perda do grau de investimento pelas agências de classificação de risco e a saída do ministro da fazenda Joaquim Levy e os escândalos de corrupção na Petrobrás, juntamente com o processo de impeachment da presidente Dilma correndo no Congresso e mais outros dados fazem com que o país fique desacreditado.

O fato é que nem o mercado financeiro previram a queda da economia brasileira em 2015. As previsões dos economistas do mercado falharam.

O que levou o Brasil a essa situação com certeza foram decisões equivocadas tomadas de forma irresponsável e sem comprometimento com o desenvolvimento em longo prazo do país. Amanhã eu vejo, amanhã eu resolvo, amanhã…

Acontece que a dificuldade pela qual o país está passando esta relacionada a pessoas sem credibilidade, mais há de convir e de afirmar que a estrutura democrática do país Poder Judiciário, Poder Legislativo e o Poder Executivo estão firmemente alicerçados.

E esses elementos estruturais democráticos em conjunto com o empresariado e a sociedade civil como um todo podem reverter às previsões negativas sobre o país e juntos caminharmos, trabalharmos para de fato realizarmos e alcançarmos dados positivos para a economia do país.

O mundo está em crise

O crescimento econômico mundial será decepcionante e desigual em 2016, previu a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, que se mostra preocupada com os efeitos da alta das taxas de juros nos Estados Unidos.

A alta desses juros, a desaceleração chinesa, a persistente fragilidade do sistema financeiro em muitos países e os problemas dos países produtores de petróleo frente à queda dos preços “significa que o crescimento em 2016 será decepcionante e desigual”, explica Lagarde em um editorial publicado no jornal econômico Handelsblatt.

Fato é que estamos em crise, aliás, o mundo está em crise, não há surpresas mais. Devemos como pessoas inteligentes que somos trabalhar para administrar e superar esse momento crítico que o país está vivendo. Não é apontando erros é indicando soluções.       

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