Dengue e o governo ó…

Aedes aegypti parece mais uma praga do fim dos tempos.

Verão com calor escaldante como o do deserto do Saara, inflação acima dos dois dígitos, desemprego, caos na política, caos na saúde pública, caos na segurança pública, caos nas finanças públicas, o dólar acima dos R$4,00, gasolina nas alturas e para fechar o ciclo dos horrores esse famigerado mosquito aedes aegypti, como o próprio nome indica uma praga lançada e rogada no Egito sobre a população brasileira.

Êta mosquitinho tinhoso esse aedes aegypti, parece mais coisa de laboratório, tal é o seu poder de destruição da saúde humana.

Um só mosquito e três tipos de enfermidades contidas em seu arsenal de destruição: dengue, zica vírus e a chikungunya. Isso é por enquanto, pois parece que essas doenças estão se desdobrando em outras. Nada confirmado, mas há estudos em andamento.

Principais sintomas da dengue

É importantíssimo diagnosticar com rapidez para melhor combater a doença e alcançar um nível maior de eficiência no tratamento e para isso é preciso saber como a doença se manifesta.

Conhecendo e identificando os sintomas, procure o mais rápido possível um médico para inicio do tratamento. Pois a doença evolui muito rapidamente e conhecer os sintomas faz total diferença entre um mal menor e as consequências de um mal maior. Preferencialmente entre as crianças.

Sintomas da dengue

Existem quatro tipos do vírus da dengue: O DEN-1, o DEN-2, o DEN-3 e o DEN-4. Eles causam os mesmos sintomas. A diferença é que, cada vez que você pega um tipo do vírus, não pode mais ser infectado por ele. Ou seja, na vida, uma pessoa só pode ter dengues quatro vezes.

Entre 70% a 90% das pessoas que pegam a dengue pela primeira vez não têm nenhum sintoma. Nos casos mais graves, a doença pode ser hemorrágica ou fulminante, levando à morte.

Sinais de alerta são: Dor intensa na barriga, Sinais de cansaço, Náusea, Falta de ar, Tosse seca, Fezes pretas e Sangramento.

Os principais “sinais de alerta” da doença são dor intensa na barriga, sinais de desmaio, náusea que impede a pessoa de se hidratar pela boca, falta de ar, tosse seca, fezes pretas e sangramento.

Diagnóstico precoce dengue

É essencial fazer tanto um diagnóstico clínico – que avalia os sintomas – como o exame laboratorial de sorologia, que verifica a contagem de hematócritos e plaquetas no sangue.

A contagem de hematócritos acima do normal e de plaquetas abaixo de 50 mil por milímetro cúbico de sangue pode ser um indício de dengue.

O exame de sangue, por si só, não determina se o paciente está com dengue ou não. É preciso diagnosticar também os sintomas. Esses dois fatores vão determinar as condições do paciente.

Período crítico da dengue

O período crítico da doença é quando a febre do paciente diminui. Se a febre passar e o paciente tiver muita dor na barriga, ele está num estado grave mesmo sem sangramento. Esse poder ser um problema no atendimento primário nos hospitais porque geralmente as pessoas com febre são atendidas prioritariamente.

Ao passar a febre, a pessoa pensa que está curada, mas pode apresentar queda brusca de pressão, mal-estar e manchas vermelhas pelo corpo. O número de plaquetas no sangue ainda continua baixo e, por isso, é preciso continuar o tratamento.

O monitoramento clínico e laboratorial tem de ser constante, principalmente 72 horas após o período de febre.

A complicação maior acontece no quinto dia da doença. O paciente tem de fazer pelo menos três exames de sangue, no início da dengue, depois da febre e uma terceira vez para ver se as plaquetas já voltaram ao normal.

Tratamento da dengue

A hidratação do paciente é parte importante do tratamento, pois a dengue é uma doença que faz a pessoa perder muito líquido. Por isso, é preciso beber muita água, suco, água de coco ou isotônicos.

Bebidas alcoólicas, diuréticas ou gaseificadas, como refrigerantes, devem ser evitadas.

Não existe um medicamento específico para a doença. A medicação serve basicamente para aliviar as dores.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou oficialmente nesta quinta-feira (13) o fim da epidemia de ebola no Oeste da África, ao declarar a Libéria, o último país afetado, livre da doença.

Falta agora a Organização Mundial de Saúde (OMS) entrar no Brasil com todo o seu efetivo médico para acabar de uma vez por toda com essa famigerada epidemia de dengue e suas irmãs metralhas ( zica vírus e chikungunya), antes que ela avance por todo continente americano. Pois se depender do governo ó…

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