Vergonha Nacional

O Brasil segundo Fundo Monetário Internacional (FMI) ocupa a 9ª posição no ranking das maiores economias do mundo.

Esse ranking foi elaborado com base no mais recente relatório do FMI “(Perspectivas para a Economia Global) que considera o tamanho do produto interno bruto (PIB) de cada país”.

O PIB do Brasil em dólar terminou 2015 em US$ 1,8 trilhão, segundo as estimativas do (FMI) Fundo Monetário Internacional.

Com toda essa grana, ocorre que no dia 28 de janeiro de 2016, no Hospital de Jutaí no interior do Amazonas nasceram com problemas respiratórios, dois bebês gêmeos, prematuros (sete meses) um menino e uma menina, e que a menina tinha um quadro pulmonar mais debilitado.

Foram tratados de forma imprópria com materiais inadequados a um procedimento médico pela equipe do citado hospital.

Receberam sim, tratamento médico digno a uma emergência numa catástrofe ocorrida num país paupérrimo, ou por isolamento total de uma comunidade pelo deserto, montanhas, floresta ou mar.

Os bebês foram atendidos pela equipe médica, que não possuíam os meios clínicos e os materiais adequados para urgências pediátricas. Materiais básicos como incubadoras e máscaras (Venturi) de oxigênio.

Na ausência de instrumentos necessários o médico de plantão não pensou duas vezes na hora de salvar a vida dessas crianças, pegou uma garrafa “pet” cortou e improvisou uma máscara de oxigênio nos bebês.

Segundo a tia das crianças d. Rayssa Neres, as “máscaras de pet” chegaram a melhorar a respiração dos bebês, mas a improvisação provocou sérios machucados nos gêmeos.

prematuros
Bebês usando máscara de oxigênio de garrafa PET

Disse que: Chegou a machucar os pescoços deles e ficou bastante arroxeado tanto que o médico precisou afrouxar um pouco.

Outro problema identificado pela tia foi à presença de um único cilindro de oxigênio no enfermaria.

“O médico cortou a garrafa e colocou nos bebês, porque não tinha aparelho nem nada. Ele não tem culpa. Tentou ajudar”, diz a tia.

Gabriel um dos bebês que utilizou do improviso da máscara feita de garrafa pet no lugar da máscara de oxigênio foi transferido para Maternidade Ana Braga, em Manaus na noite tarde de segunda feira (1º) e sobreviveu.

O outro bebê veio a falecer após o procedimento emergencial adotado.

O menino Gabriel, que usou uma garrafa pet improvisada no lugar de uma máscara de oxigênio, foi transferido para a maternidade Ana Braga, na Zona Leste de Manaus, na noite de segunda-feira (1º). Ele é um dos gêmeos sobreviventes do caso que ocorreu no município de Jutaí, a 751 km da capital, onde um bebê morreu após o procedimento adotado pela equipe médica na falta de máscaras venturi. Os gêmeos nasceram com problemas respiratórios.

Sindicância

A  Susam informou na tarde de na segunda-feira (1º) que uma sindicância será aberta para apurar as circunstâncias do atendimento aos bebês gêmeos prematuros nascidos no Hospital de Jutaí, interior do Amazonas.

A direção da unidade afirmou que a falta da máscara de venturi não teria contribuído para o óbito do bebê.

Por meio de nota, o secretário Pedro Elias considerou grave o fato de o hospital não ter acionado a Secretaria, informando da situação, para que pudesse providenciar UTI aérea, serviço que é adotado em casos de emergência nos municípios do interior. Blá, Blá, Blá…

Máscara de oxigênio para salvar vidas feitas de restos de garrafas pet, num país cujo PIB de 2015 somou US$ 1,8 trilhão (um trilhão e oitocentos bilhões de dólares), segundo as estimativas do (FMI) Fundo Monetário Internacional. É f#$%!

O Brasil é um país maravilhoso o problema é humano.

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