Apollo 20 e o lado oculto da Lua

Apollo 11 foi à quinta missão tripulada do Programa Apollo e a primeira a realizar um pouso lunar, no dia 20 de julho de 1969. Neil Armstrong e Edwin “Buzz” Aldrin e Michael Collins, se tornaram os primeiros homens a pisarem na lua.

A missão da Apollo 11 cumpriu a meta estabelecida pelo então presidente John F. Kennedy, quando afirmou perante o Congresso Americano que: “Eu acredito que esta nação deve comprometer-se em alcançar a meta, antes do final desta década, de pousar um homem na lua e trazê-lo de volta a Terra em segurança” Pres. Kennedy, 25 de maio de 1961.

A principal missão Apollo à Lua foi à de número 17 (dezessete), em dezembro de 1972 para analisar uma estranha anomalia fotografada pela Apollo 15 na cratera situada na região de Iszak-D, a sudoeste da cratera Delporte, na face escura da lua.

As missões Apollo 18, Apollo 19 e Apollo 20 teriam sido canceladas no início dos anos setenta, segundo a NASA, por falta de verbas. Ou assim nos conta história…

Os Estados Unidos, em conjunto com a antiga União Soviética, planejaram e executaram uma missão secreta à Lua, com a finalidade de investigar os destroços de uma nave espacial que fora fotografada pelas missões Apollo 15 e confirmada pela Apollo 17, localizada perto de uma cratera situada na face oculta da Lua. 

O fato curioso é que no dia 16 de agosto de 1976, fora lançada a Apollo 20, da base de lançamento da Força Aérea Americana “USAF” em Vandenberg, California e não pela “NASA” (National Aeronautics and Space).

Faziam parte desta missão, William Rutledge piloto do módulo de comando, além da astronauta Leona Marietta Snyder (Piloto do módulo lunar) que eram funcionários do laboratório Bell e foram contratados pelo “USAF” e o soviético Aleksei Leonov, que participara da missão conjunta Apollo/Soyuz.

William Rutledge afirma que missão Apollo 20 seria perigosa, pois, era mais extensa do que as “oficiais” e eles teriam que passar, no mínimo, sete dias pousados na face oculta para investigarem a fundo a suposta nave.

estrutura_lua

Depois de fazerem o procedimento de alunissagem, Rutledge e Leonov, viram uma cidade deserta e em ruínas. Passaram a explorar a área e encontraram uma nave gigantesca de origem alienígena e toda avariada, que, segundo os seus cálculos, teria em torno de 4 km de extensão.

NAVE_ALIENIGENA_LUA

Dentro da nave foram encontradas evidências de vida vegetal e algumas pedras de formato triangular que emitiam um líquido de cor amarelado e viscoso.

MONALISA

Assista ao vídeo:

Eles também encontraram corpos de origem alienígenas.  E alguns restos de pequenas criaturas com cerca de 10 cm de cumprimento que eram mantidos em tubos de vidro que corria o cumprimento da nave e dois humanoides de tamanho médio.

Um humanoide muito bem conservado do sexo feminino com 1,65 metros, longos cabelos, seis dedos e tinha a função de piloto com dispositivo fixado nos dedos e nos olhos, sem roupas, com dois cabos ligados ao nariz e a batizaram de Monalisa e que foi trazida a Terra.

FACE_MONALISA

Concreções de sangue ou líquidos biológicos estouraram e congelaram a partir da boca, nariz, olhos e algumas partes do corpo.

Algumas partes do corpo estavam em boas condições, o cabelo e a pele foram protegidos por uma fina e transparente camada de uma película protetora.

Há muitos segredos a serem revelados e há muitas perguntas a serem feitas. As missões Apollo 18, Apollo 19 e Apollo 20 teriam sido canceladas no início dos anos setenta, segundo a NASA, por falta de verbas. Há quem afirme que elas foram mantidas e enviadas a face oculta da lua pela Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) com o objetivo, de irem para o lado oculto da lua explorar a destruída nave alienígena que tinha sido fotografada pela Apollo 15.

Fotos revelam que esta gigantesca nave se acidentou na face oculta da lua, a verdade é que ela foi abatida, como mostre a vestígios de ataque em seu lado externo.

Fonte: vicieinet.blogspot.com.br

 

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