Nibiru o Planeta Maldito

Um poderoso telescópio em órbita da terra acoplado ao satélite astronômico infravermelho dos Estados Unidos (Infrared Astronomical Sattellite-IRAS) está a quase 32 anos monitorando um gigantesco corpo celeste desconhecido e que é tão imenso quanto o planeta Júpiter, e que se aproxima rapidamente do nosso sistema solar em direção a Terra.

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Os Estados Unidos gastaram enormes somas de dinheiro para implantar um enorme telescópio do Polo Sul (SPT-South Pole Telescope), na Antártica para rastrear esse colossal objeto cósmico.

Muito mais poderoso e capaz de sobreviver a nave espacial IRAS 1983 e ao Telescópio Espacial Hubble, juntos, este observatório foi criado para acompanhar a chegada do novo astro já conhecido e chamado por vários nomes diferentes (Hercólubus, Planeta X, Nêmesis, Absinto, NIBIRU, Brown Dwarf  Star,  etc…) mas que parece ser uma estrela Anã Marrom que esta se aproximando da Terra vindo da direção dos prístinos céus  da Antártida, pelo polo Sul.

Principalmente por que a rota de entrada desse novo corpo celeste será pelo sul de nosso sistema solar, perpendicular ao eixo leste-oeste das órbitas planetárias, da eclíptica celeste.

Esse novo corpo celeste será primeiro visível nos céus do hemisfério sul, pois a sua chegada ao sistema solar, esta ocorrendo pelo sul.

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Foto batida recentemente, em 24 de dezembro de 2015, em infravermelho, do sol e do seu novo companheiro que ainda não esta completamente visível em nossa realidade tridimensional.

O governo dos EUA de posse das imagens do telescópio da NASA, de sensoriamento infravermelho, IRAS já em 1983, inventaram uma história de falha mecânica no telescópio para acobertar e não revelar ao público a existência do Planeta X.

Notícia publicada no jornal The Washington Post de 30 de dezembro de 1983 sobre a descoberta do referido corpo celeste estranho:

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A seguir a tradução da notícia: Por Thomas O’Toole, publicada no jornal Washington Post, da equipe de redação – sexta-feira dia 30 dezembro, 1983; Página A1

“Um corpo celeste possivelmente tão” grande como o gigantesco planeta Júpiter e, possivelmente, tão perto da Terra que seria parte deste sistema solar foi encontrado na direção da Constelação de Órion por um telescópio em órbita a bordo do satélite astronômico infravermelho dos EUA (Infrared Astronomical Satellite-IRAS).

Tão misterioso é o objeto que os astrônomos não sabem se ele é um planeta, um cometa gigante, uma “proto-estrela” próxima que nunca ficou quente o suficiente para se tornar uma estrela, uma galáxia distante tão jovem que ainda está em processo de formação de suas primeiras estrelas ou uma galáxia tão envolta em poeira que nenhuma das suas estrelas ainda é visível.

Tudo o que posso dizer é que não sabemos o que é, disse em uma entrevista, o Dr. Gerry Neugebauer, o cientista chefe do IRAS para o JPL-Laboratório de Propulsão a Jato da Califórnia e diretor do Observatório Monte Palomar, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, a explicação mais fascinante deste misterioso corpo, que é tão frio que não lança luz e nunca foi visto por telescópios ópticos na Terra ou no espaço, é que ele é um planeta gigante gasoso tão grande como Júpiter e tão perto da Terra em 50 trilhões de quilômetros.

Embora isso possa parecer uma grande distância em termos terrestres, é uma curta distância em termos cosmológicos, tão perto, de fato, que seria o corpo celeste mais próximo da Terra além do mais externo planeta Plutão. Se ele esta realmente tão perto, seria uma parte do nosso sistema solar”, disse o Dr. James Houck do Centro de Rádio Física da Universidade Cornell.

O que era ruim ficou pior, ele está se aproximando do sistema solar (Planeta Terra) vindo pelo hemisfério sul (o Abismo bíblico, o ABZU sumério). Disse o Dr. James Houch:

“A luz de um sol só passa a brilhar quando penetra num campo magnético secundário como o nosso. Penetrando no sistema, toma um movimento de rotação, deforma o espaço e gera correntes que lhe darão brilho. Se viesse luminoso, sua luz provocaria forte repulsão e seria desviado da sua rota. Sem brilho, ele sofre a pressão do nosso sol, mas o seu momento cinético lhe garantirá a penetração no sistema solar. De inicio será uma luz avermelhada, depois azul. Após vencer a zona das grandes massas planetárias (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno), terá a oposição solar pela frente, mas na retaguarda terá o peso das grandes massas a impulsioná-lo por uma ação repulsiva. A repulsão contra os planetas, pela retaguarda, a sua luz brilhando e o volume de sua massa descomunal fará o nosso sol atual deslocar-se das proximidades do centro magnético, situando se mais longe. Então os dois sóis demarcarão as suas órbitas, ficando o de maior massa e menos luz mais próxima do centro”.

Isso era especialmente uma má notícia, porque a grande maioria dos observatórios astronômicos mais capazes do mundo está ao norte do equador, no hemisfério Norte do Planeta, então foi tomada a decisão de dedicar a vida útil remanescente do satélite IRAS para a observação da aproximação desse objeto.

 Assista ao vídeo abaixo:

Por quê? Preparai-vos! Algo de muito ruim está vindo dos céus para nos abater. Algo estranho estar entrando em nosso sistema solar e causando um aumento significativo de cometas, meteoros e asteroides se aproximando da terra e causando uma crescente mudança no clima, estações, marés e aumento na atividade vulcânica e tectônica… A passagem de Nibiru “o astro intruso” próximo da terra, causará uma dinâmica inigualável de proporções apocalípticas em termos de variações geográficas e climáticas.

Fontes: lionsgroundnews.com, controversialfile.net e verdademundial.com.br

  • GUL DUKAT

    É DE OUTRO SISTEMA SOLAR, ESTARÁ SÓ DE PASSAGEM 6 VEZES MAIOR QUE JUPITER,VAI INVERTER OS POLOS DE POSIÇÃO , DA OUTRA VEZ QUE PASSOU JOGOU A ANTARTIDA NO POLO SUL E O POLO SUL VIROU O DESERTO DO SAARA

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